CONVERSEI COM UMA PESSOA SEM SABER QUE ELA JÁ TINHA PARTIDO!
O resto
A mulher entrou primeiro. Ela abriu a porta traseira e sentou no banco de trás, sem dizer absolutamente nada. Nem “boa noite”, nenhum olhar para mim, nada. O Sr. Genésio ficou do lado de fora, colocando a mala no porta-malas. Eu ainda olhei pelo retrovisor. A mulher estava sentada atrás de mim, com a cabeça levemente abaixada e as mãos juntas sobre o colo.
Depois que o Sr. Genésio terminou de guardar a mala, ele fechou o porta-malas, deu a volta no carro e entrou no banco de trás. “Boa noite, amigo.” “Boa noite. Tudo certo?” “Tudo certo. Vamos para um hotel em Santos.” Fiquei feliz porque tinha acabado de arrumar uma corrida de volta. Ele me passou o nome do hotel e eu comecei a dirigir. Saímos do aeroporto e pegamos o caminho de volta para Santos.
O Sr. Genésio parecia um homem tranquilo, estava bem vestido, falava com educação e, pelo jeito, devia trabalhar com alguma coisa importante. Comentou comigo sobre reuniões, documentos que precisava resolver no dia seguinte e disse que ainda tinha um compromisso naquela noite. Eu respondia uma coisa ou outra enquanto dirigia. “Vida corrida, hein, Sr. Genésio?” Ele deu uma risada. “Você nem imagina, Ernesto.”
A mulher continuava sentada ao lado dele. De vez em quando eu olhava pelo retrovisor. Ela permanecia calada, com a cabeça baixa. No início, achei normal. Talvez estivesse cansada. Talvez tivesse medo de viajar de avião ou simplesmente fosse uma pessoa quieta. Só que conforme fomos avançando, comecei a achar aquela situação um pouco esquisita. Não era simplesmente porque ela não falava; era o conjunto da coisa.
O Sr. Genésio conversava comigo normalmente, parecia relaxado, fazia comentários sobre a viagem, sobre o trânsito, e ela não participava de nada, nem quando eu fazia uma pergunta que poderia servir para os dois. Em certo momento perguntei: “Vocês vieram de longe?” Quem respondeu foi apenas ele. “Foi uma viagem longa.” Esperei alguns segundos para ver se ela completava alguma coisa. Nada. Continuei dirigindo. Foi aí que comecei a pensar: “Será que eles são mesmo marido e mulher?” Eu tinha concluído aquilo sozinho desde o aeroporto. Ninguém havia me dito que eram casados. Talvez fossem parentes, talvez fossem colegas de trabalho. Só que outra possibilidade entrou na minha cabeça, e essa possibilidade começou a me incomodar.
“E se essa mulher não estiver com ele porque quer?” Estávamos descendo a Serra do Mar. Na mesma hora tentei tirar aquilo da cabeça. Eu não tinha prova nenhuma. O Sr. Genésio não tinha feito nada agressivo, não tinha levantado a voz, não tinha ameaçado ninguém. Mas quem trabalha na rua começa a ficar desconfiado de certas situações. Passei a observar os dois discretamente pelo retrovisor.
A mulher mantinha a cabeça baixa. O Sr. Genésio continuava tranquilo. Eu comecei a dirigir um pouco mais devagar. Não queria fazer nada precipitado, mas também não queria chegar ao hotel sem entender minimamente o que estava acontecendo. Quando chegamos em Santos, comecei a prestar atenção também no movimento da rua. Não estava mais procurando apenas o caminho. Eu estava procurando uma viatura. Qualquer carro da polícia que aparecesse naquela avenida já seria suficiente.
Minha ideia era simples: se eu encontrasse uma viatura parada em algum semáforo ou posto policial, encostaria o táxi. Sairia rapidamente e pediria ajuda. Depois, a polícia descobriria se eu estava imaginando coisas ou se aquela mulher realmente precisava de socorro. A mulher estava muito estranha. Parecia apreensiva. Cheguei até a ensaiar aquilo na cabeça: “Seu policial, tem alguma coisa errada com uma passageira no meu carro.”
Mas nenhuma viatura aparecia. Em determinado momento, vimos bastante movimento mais à frente e meu coração acelerou. Por alguns segundos, pensei que finalmente tivesse encontrado policiais. Diminuí a velocidade. Quando chegamos mais perto, percebi que era apenas um grupo de pessoas saindo de um restaurante. Continuei. Eu tentava agir normalmente para o Sr. Genésio não perceber minha desconfiança. “Santos está movimentada hoje”, falei.
“Está mesmo”, ele respondeu. Olhei pelo retrovisor. A mulher permanecia quieta, cabeça baixa, como se estivesse assustada. Foi quando comecei a imaginar situações cada vez piores. Talvez ele tivesse mandado aquela mulher fingir que era sua esposa. Talvez estivesse levando ela para algum lugar contra a vontade. Talvez ela estivesse com medo demais para pedir ajuda comigo ali na frente.
Ou, se ele tinha uma arma e estava intimidando ela, quanto mais eu pensava nisso, mais difícil ficava simplesmente continuar dirigindo como se não fosse problema meu. Comecei a prestar atenção em cada cruzamento. Se aparecesse uma viatura, eu pararia. Já tinha decidido. Mesmo que depois descobrisse que eram realmente um casal e passasse vergonha, preferia isso a entregar aquela mulher em algum lugar e descobrir depois que eu poderia ter ajudado.
Passei por outro semáforo. Nada de polícia. Mais adiante, avistei novamente algumas luzes fortes e reduzi a velocidade, tentando identificar os veículos. Também não eram policiais. Respirei fundo e continuei. Nesse momento, eu ainda não sabia se estava diante de alguma coisa realmente perigosa ou se minha cabeça estava criando uma história onde não existia nenhuma. Só sabia de uma coisa: até chegar ao hotel, eu ficaria de olho nos dois.
Faltava pouco para chegarmos ao hotel quando o Sr. Genésio se inclinou um pouco para a frente e perguntou: “Ernesto, falta muito ainda?” Olhei para o relógio do painel. “Não, Sr. Genésio, mais uns 10 minutos no máximo.” “Ótimo, tenho um jantar marcado e não queria chegar atrasado.” Quando ele falou aquilo, eu vi uma oportunidade de descobrir alguma coisa.
Até então, eu estava apenas imaginando que aquela mulher fosse esposa dele. Ninguém tinha me dito isso. Resolvi jogar uma conversa simples, só para observar a reação dos dois. “Então, está tranquilo. O senhor e sua esposa ainda vão ter tempo de chegar no hotel, se arrumar e ir para o jantar sem correria.” No mesmo instante, o Sr. Genésio ficou em silêncio.

Pelo retrovisor, vi que ele franziu a testa. “Minha esposa?” Meu coração deu uma acelerada. É… Ele pareceu não entender. “Que esposa, Ernesto?” Naquele momento, comecei a sentir um negócio estranho. Mesmo assim, tentei falar naturalmente. “Desculpe, pensei que ela fosse sua esposa.” Ele ficou me olhando pelo retrovisor, sem entender. A expressão dele mudou completamente. “Ernesto, eu não tenho esposa.”
Eu não respondi. Ele continuou: “Sou viúvo há alguns anos. Vim sozinho para Santos.” Quando ele falou aquilo, senti um arrepio subir pelos meus braços. Minha primeira reação foi pensar que ele estava mentindo. Na mesma hora pensei: então é isso. Talvez minha desconfiança estivesse certa. Talvez aquela mulher realmente estivesse sendo levada contra a vontade e ele estivesse fingindo que nem a conhecia. Aquilo me deixou ainda mais preocupado.
Olhei rapidamente pelo retrovisor e foi aí que meu corpo inteiro gelou. O banco estava vazio. Olhei de novo. Não tinha ninguém ao lado do Sr. Genésio. Por alguns segundos, meu cérebro simplesmente não conseguiu entender o que meus olhos estavam vendo. Eu tinha visto aquela mulher entrar no táxi. Tinha visto ela sentada ali durante o caminho.
Eu estava observando aquela mulher desde que saímos e agora ela tinha desaparecido. Meu primeiro pensamento foi que ela pudesse ter se abaixado. Olhei novamente. Nada. Só o Sr. Genésio no banco traseiro. Senti minhas mãos perderem a força no volante. O carro puxou um pouco para o lado e quase subi na calçada. “Ei, cuidado!”, gritou o Sr. Genésio. Puxei o volante de volta.
“Foi mal, foi mal.” Meu coração parecia que ia sair pela boca. Olhei para a rua, depois para o retrovisor, depois para a rua novamente. Eu tentava entender em que momento aquela mulher poderia ter saído, mas não existia momento nenhum. Eu não tinha parado o carro. Nenhuma porta tinha sido aberta. Ela simplesmente não estava mais ali. “Você está bem?”, perguntou o Sr. Genésio. Engoli seco.
“Estou. Foi só uma distração.” Ele ainda parecia confuso. “Mas por que você falou da minha esposa?” Eu não sabia o que responder. Não ia dizer para aquele homem que uma mulher tinha entrado no táxi junto com ele e passado boa parte da viagem sentada ao seu lado. Eu mesmo estava começando a duvidar do que tinha visto. “Confundi, Sr. Genésio. Achei que o senhor tivesse comentado alguma coisa sobre sua esposa.”
“Não, não falei nada disso.” “Então devo ter confundido com outro passageiro.” Ele ficou alguns segundos em silêncio. “Trabalha demais, Ernesto.” Dei uma risada nervosa. “Deve ser isso.” Mas eu sabia que não era. Continuei dirigindo. Dessa vez parei de procurar viaturas. A situação tinha mudado completamente. Até poucos minutos antes, eu estava preocupado com aquela mulher. Agora eu estava com medo dela.
Cheguei a olhar para o banco algumas vezes, esperando que ela aparecesse novamente. Nada. Quando finalmente chegamos ao hotel, parei bem na entrada. O Sr. Genésio desceu. Eu também saí para abrir o porta-malas. Peguei a mala e entreguei para ele. “Obrigado, Ernesto.” “Por nada, Sr. Genésio.” Ele me pagou e começou a caminhar em direção à entrada do hotel.
Eu fiquei parado ao lado do táxi, olhando ele se afastar. Por algum motivo, ainda procurei aquela mulher ao redor. Olhei para a calçada, para a entrada do hotel, para os carros estacionados. Não vi ninguém. Entrei no táxi e tranquei as portas. Naquela noite eu não quis pegar mais passageiro nenhum; só queria ir embora. Liguei o carro e fui direto para casa.
No dia seguinte, acordei ainda pensando no que tinha acontecido. Eu tinha dormido muito mal. Toda vez que fechava os olhos, lembrava daquela mulher entrando no meu táxi e depois daquele banco vazio. Durante a manhã, tentei encontrar alguma explicação. Talvez eu estivesse cansado demais. Talvez tivesse confundido alguma pessoa no aeroporto, mas nenhuma dessas explicações fazia sentido.
Eu lembrava dela dentro do carro, lembrava da roupa preta, lembrava da cabeça baixa, lembrava até da preocupação que senti imaginando que ela pudesse estar sendo levada contra a vontade. Aquilo não podia ter sido simplesmente coisa da minha cabeça. Perto do fim da manhã, bateram no portão da minha casa. Quando fui atender, havia um homem do lado de fora.
Ele se apresentou como investigador da Polícia Civil e perguntou: “O senhor é Ernesto?” “Sou eu.” Ele confirmou meu nome completo e depois perguntou se eu trabalhava como taxista. Na hora fiquei preocupado. “Trabalho. Aconteceu alguma coisa?” Ele tirou uma fotografia de dentro de uma pasta e mostrou para mim. Era o Sr. Genésio. Reconheci na mesma hora. “Conhece esse homem?”
“Conheço. Quer dizer, conheço de ontem. Fiz uma corrida para ele.” “Foi o senhor que levou esse homem para um hotel em Santos ontem à noite?” “Foi.” O investigador ficou sério. “Precisamos conversar sobre essa corrida.” Meu estômago gelou. Perguntei: “O que aconteceu?” Ele demorou um pouco para responder. “Esse homem foi encontrado morto hoje pela manhã dentro do quarto.” Fiquei olhando para ele sem conseguir falar nada. “Morto?” “Sim.” A primeira coisa que apareceu na minha cabeça foi a imagem daquela mulher na mesma hora. Eu nem queria pensar nisso, mas pensei: como aconteceu? “Ainda estamos investigando. Alguma coisa aconteceu dentro do quarto. A polícia estava tentando reconstruir os últimos passos dele e descobrir com quem ele tinha tido contato antes de morrer. Por isso, chegaram até mim.” As câmeras do hotel tinham registrado meu táxi chegando na entrada. A placa aparecia nas imagens. O investigador começou a fazer perguntas.
Queria saber onde eu tinha buscado o Sr. Genésio, como ele estava, se parecia nervoso, se havia discutido com alguém e se tinha comentado sobre algum problema. Respondi tudo o que conseguia lembrar. Contei que ele parecia tranquilo, que conversamos durante o caminho, que tinha dito que estava indo para um jantar. O investigador anotava tudo. Então veio a pergunta que eu mais temia.
“Ele estava sozinho quando entrou no seu táxi?” Eu fiquei alguns segundos sem responder. Minha vontade foi contar tudo. Dizer que não, dizer que eu tinha visto uma mulher entrar junto com ele, que ela ficou sentada no banco traseiro, que passei parte do caminho achando que aquela mulher podia estar em perigo e que depois ela simplesmente desapareceu.
Mas como eu explicaria aquilo? Eu mesmo não conseguia explicar. Imaginei aquele investigador olhando para mim e achando que eu estava inventando história. Pior ainda: o último motorista conhecido a transportar um homem que apareceu morto poucas horas depois começava a falar de uma mulher que desaparecia dentro do carro. Não parecia uma boa ideia.
Então respondi: “Estava.” Ele levantou os olhos da anotação. “Tem certeza?” Hesitei por um instante. “Tenho. Ele estava sozinho.” Aquilo ficou pesado dentro de mim. O investigador continuou fazendo algumas perguntas e, antes de ir embora, disse que talvez precisassem falar comigo novamente. Depois que ele saiu, fechei o portão e fiquei parado no quintal.
Foi naquele momento que o medo voltou com força. Na noite anterior, eu ainda tentava me convencer de que aquela mulher poderia ter sido uma confusão minha. Agora, o Sr. Genésio estava morto e eu não conseguia separar uma coisa da outra. Mesmo assim, os dias passaram. Ninguém voltou a falar comigo. A investigação continuou e eu tentei seguir trabalhando normalmente.
Só que comecei a evitar corridas tarde da noite, principalmente quando precisava buscar alguém sozinho em algum lugar mais vazio. Semanas depois, aquela história voltou com tudo. Algumas semanas depois, eu estava em casa quando recebi uma ligação da delegacia. Um investigador pediu que eu comparecesse até lá porque precisavam falar novamente comigo sobre o caso do Sr. Genésio.
Na mesma hora fiquei preocupado. Achei que tivesse aparecido alguma informação nova sobre a morte dele. Quando cheguei à delegacia, me levaram até uma sala. O investigador que já tinha conversado comigo estava lá. Ele pediu que eu me sentasse e falou: “Ernesto, encontramos uma coisa nas imagens do hotel e queremos que o senhor veja.” Ele colocou na minha frente uma gravação das câmeras de segurança da entrada do hotel.
Reconheci imediatamente aquela noite. Meu táxi aparecia chegando. Eu parava exatamente onde lembrava. O Sr. Genésio abria a porta traseira e saía. Depois, eu aparecia indo até o porta-malas para pegar a mala dele. Até aí era exatamente como eu recordava. Então, o investigador voltou a gravação. “Agora presta atenção aqui.” Ele apontou para uma parte mais escura da imagem, próxima ao meu táxi.
Assistimos novamente. O Sr. Genésio descia do carro e logo atrás dele havia alguma coisa, uma forma escura. Parecia uma sombra saindo do mesmo lado do táxi. No começo, tentei acreditar que fosse apenas um reflexo, mas o investigador voltou a gravação mais uma vez. Foi quando percebi que aquela sombra parecia se movimentar atrás do Sr. Genésio.
Senti meu corpo inteiro arrepiar porque eu sabia de onde aquela coisa tinha saído: do meu táxi, do mesmo banco onde eu tinha visto aquela mulher sentada durante a viagem. Só que a sombra se movimentava de um jeito diferente. Voltamos novamente. Dessa vez assisti prestando atenção somente nela. O Sr. Genésio caminhava em direção à entrada. Aquela coisa parecia seguir atrás dele.
Fiquei olhando para aquela gravação várias vezes. Eu tentava encontrar uma explicação: um reflexo, uma falha da câmera, a sombra de outra pessoa, qualquer coisa. Mas no fundo eu sabia que havia alguma coisa errada naquela história. O Sr. Genésio parecia perfeitamente bem quando entrou no meu táxi e, no dia seguinte, apareceu morto dentro daquele hotel.
Eu nunca fui uma pessoa que entendesse dessas coisas de espírito. Nunca estudei sobre isso. Nunca procurei saber sobre o sobrenatural. E para falar a verdade, antes daquela noite, eu nem pensava muito nessas coisas. Por isso, até hoje, eu não sei dar uma opinião sobre o que realmente aconteceu. Não sei se aquela mulher era um espírito, não sei se era alguma coisa ligada ao Sr. Genésio, não sei se ela estava ali para avisar alguma coisa ou se simplesmente estava acompanhando-o. Algumas pessoas, para quem contei essa história, disseram que talvez aquela mulher fosse uma representação da própria morte, porque apareceu ao lado dele poucas horas antes de ele morrer. Mas eu não sei. Não tenho conhecimento dessas coisas para afirmar uma coisa dessas.
O que eu posso dizer é somente aquilo que aconteceu comigo. O Sr. Genésio entrou no meu táxi aparentemente bem. Conversou comigo normalmente, falou dos compromissos que ainda tinha naquela noite e dos planos para o dia seguinte. Nada nele me fazia imaginar que alguma coisa estava prestes a acontecer. E na manhã seguinte ele estava morto. E aquela mulher… eu a vi entrar no meu carro.
Vi ela sentada ao lado dele. Depois descobri que o Sr. Genésio nem sequer sabia que ela estava ali. E, semanas depois, ainda apareceu aquela sombra nas imagens do hotel. O que aquilo significa? Eu não sei. Talvez alguém que entenda dessas coisas consiga dar alguma explicação. Eu não consigo e acho que nunca vou conseguir. Só sei que, depois daquela corrida, nunca mais enxerguei certas coisas da mesma maneira e nunca mais minha vida foi a mesma.
Antes de terminar, quero agradecer a você que permaneceu comigo até aqui e ouviu toda essa história. E eu queria deixar uma pergunta: você acredita que pessoas que já morreram podem aparecer de alguma forma para quem ainda está vivo? Você acredita que um espírito pode continuar por aqui, seja para acompanhar alguém, transmitir algum aviso ou por algum motivo que nós simplesmente não conseguimos entender?
Depois do que aconteceu comigo, eu não sei mais o que pensar. Não posso afirmar que aquela mulher era um espírito. Também não posso afirmar que ela representava a morte. Eu não entendo dessas coisas. Só posso contar aquilo que meus próprios olhos viram naquela noite. E talvez eu passe o resto da minha vida sem descobrir quem era aquela mulher e por que ela estava acompanhando o Sr. Genésio justamente naquela noite.
Se você acredita nessas coisas ou já passou por alguma experiência parecida, deixe seu relato. Eu gostaria de saber. Obrigado de verdade a todos que permaneceram até aqui ouvindo minha história. Que Deus abençoe a vida de cada um de vocês e também a vida de todos os seus familiares. Que Ele proteja seus caminhos, suas casas e suas famílias. Fiquem com Deus. Siga a página.