A VÍTIMA de assédio que foi parar direto debaixo do edredom: a dupla personalidade de Ana Bruna que pode DESTRUIR outro peão
Vamos ter uma conversa muito séria agora, de mulher para mulher, porque o que estamos presenciando nas telinhas não é apenas um jogo, é um tapa na cara do bom senso. O Brasil inteiro parou nos últimos dias para acompanhar o drama da pobre menina indefesa, a mulher que se disse oprimida e importunada sexualmente por Serginho dentro do confinamento. Levantamos bandeiras, prestamos solidariedade e exigimos respeito, afinal, a dor de uma mulher assediada é algo que não se questiona. Mas o que fazer quando essa mesma donzela, na mesma semana em que chora e pede a expulsão do seu suposto agressor, corre para debaixo do edredom com outro participante para protagonizar cenas de tirar o fôlego?

A máscara de Ana Bruna parece ter derretido sob as luzes da sede, e o que sobrou foi um espetáculo de hipocrisia que embrulha o estômago. É de uma baixeza sem tamanho ver alguém que exigiu respeito de forma tão inflamada não ter o mínimo de respeito por si mesma e pela pauta seríssima que levantou. Se você exige que os homens a tratem com dignidade, o primeiro passo é não transformar um trauma alegado em uma peça de teatro de péssimo gosto. A postura dela hoje, nesta sexta-feira, foi a gota d’água para quem ainda tentava defendê-la aqui fora.
Para quem tem memória curta, é bom relembrar que Renê, o parceiro de edredom da vez, quase foi a primeira vítima dessa teia. Há poucos dias, a própria Ana Bruna andava espalhando aos quatro ventos que ele estava forçando a barra, insistindo para levá-la para a cama. Na ocasião, ela fez o discurso da moralidade, bateu no peito e disse que jamais faria algo assim em respeito à sua família que a assiste. Pois bem, a moralidade durou menos que uma festa de sexta. Ela não só foi para debaixo das cobertas com Renê, como, segundo os relatos e os sussurros, aproveitou cada segundo intensamente, jogando a honra da família no lixo da cozinha da Fazenda.
Mas o fundo do poço tem porão, e Ana Bruna fez questão de descer as escadas. Após a noite de eliminação, que já deixa os ânimos à flor da pele, o casal protagonizou uma noite para lá de movimentada. O problema não é o ato em si, mas a total falta de classe no dia seguinte. Em uma conversa ao pé do ouvido com Renê, capturada por quem entende de leitura labial, as confissões foram de corar até os mais vividos. Ela perguntou se ele havia gostado, ao que ele respondeu estar maravilhado. E foi aí que ela desceu o nível ao extremo, relatando em códigos chulos que ele a havia “preenchido” de forma brutal e que havia machucado suas partes íntimas. O absurdo foi tanto que ela cogitou pedir atendimento médico para a produção por conta dos “danos” da noite amorosa.
Agora eu pergunto a você, que está lendo isso com o mesmo choque que eu: uma mulher que passou a semana inteira fazendo um escândalo, jurando que Serginho havia passado dos limites e exigindo a cabeça dele em uma bandeja de prata, tem esse tipo de comportamento logo em seguida? Quem já passou pela dor real do assédio sabe que a última coisa que a vítima quer é se jogar nos braços de outro homem dias depois, expondo detalhes íntimos e vulgares em rede nacional. O comportamento dela anula completamente a narrativa da vítima traumatizada e cospe na cara de mulheres que realmente sofrem com esse crime diariamente.
A verdade é que Ana Bruna está jogando com fogo e usando pautas sérias como estratégia barata de sobrevivência. Ela não é a menina inocente, ela é a Iara, a sereia ardilosa que canta para encantar os marinheiros incautos. Ela atrai, seduz e, quando o homem está completamente cego, ela dá o bote para destruir a vida dele. Renê que abra os olhos, e muito rápido. Ele não percebeu ainda, mas está dormindo com o inimigo. Se ele continuar caindo nesse conto do vigário, não dou duas semanas para que ele seja o próximo a receber o carimbo de abusador na testa, sem nem entender de onde veio o golpe. O Brasil está vendo a sujeira debaixo desse edredom, e a paciência do público com falsas vítimas já esgotou faz tempo.